sábado, 23 de abril de 2016

Crise no País derruba cachê de artistas em até 75%, saiba por que

O UOL apurou junto a contratantes de shows (intermediários) de São Paulo que, nos últimos seis meses, alguns cachês chegaram a cair até 75%  caso de Wesley Safadão.

Em outubro do ano passado, contratar esse artista para um evento (com datas apenas para a partir de maio este ano) chegava a custar entre R$ 500 mil e R$ 800 mil. Hoje há negócios (shows) fechados com Safadão por R$ 200 mil e até menos.

Outro rei atingido pela crise? Roberto Carlos. Seu show lendário sempre teve como "padrão" um custo estimado de R$ 1 milhão (isso seria só o cachê dele e dos músicos; mais transporte, mais hotel, alimentação etc. por conta do contratante). Hoje RC faz shows gradiosos por até R$ 750 mil.

Explico: ninguém compra um show de Safadão, RC ou Ivete Sangalo hoje para que ele seja apresentado daqui a uma semana ou daqui a um mês. Não é assim que funciona. A agenda de shows de artistas de primeiro escalão é fechada com meses de antecedência. Portanto, os shows fechados hoje por preços abaixo do "comum" só deverão apresentados daqui a algum tempo.

Veja abaixo o que está ocorrendo com os cachês de alguns artistas:

Wesley Safadão: R$ 500 a R$ 800 mil - agora R$ 200 mil
Jorge & Mateus: R$ 400 mil - agora R$ 320 mil
Ivete Sangalo: R$ 350 mil - agora R$ 250 mil
Claudia Leitte: R$ 300 mil - agora  R$ 175 mil
Gusttavo Lima: R$ 320 mil - agora R$ 220 mil
Fernando e Sorocaba: R$ 250 mil-300 mil - agora R$ 150 mil
Victor & Léo: R$ 240 mil-R$ 280 mil - agora R$ 110 mil
Luan Santana: R$ 200 mil - agora R$ 160 mil
Paula Fernandes: R$ 150 mil - agora R$ 120 mil
Anita: R$ 80 mil - agora R$ 40 mil
Nando Reis: R$ 65 mil - agora R$ 35 mil
Naldo Beni: R$ 30 mil - agora R$ 6.000
 

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